No momento em que tanto se discute a eficácia da Hidroxicloroquina, o laboratório, resolveu se antecipar aos fatos e dar sua contribuição para com a humanidade.

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"Nosso compromisso de doar até 130 milhões de doses de hidroxicloroquina (HCQ) para apoiar a resposta global à pandemia de COVID-19, tem como objetivo garantir que o suprimento disponível esteja sendo usado para tratar os pacientes que mais precisam.

Estamos trabalhando com governos e autoridades de saúde, incluindo a OMS, para usar protocolos de tratamento padrão para pacientes hospitalizados, nos quais o hidroxicloroquina (HCQ) é administrado como parte de um regime terapêutico para evitar a deterioração de sua condição.

A distribuição da droga para outros países além dos EUA está sujeita à questões relacionadas à importação, exportação e registro. No Brasil, permanecemos a disposição das autoridades para estudar possibilidades de colaboração, conforme suas necessidades e cenário regulatório local.

Um protocolo para um estudo clínico global prospectivo robusto que avaliará a eficácia e a segurança do HCQ em pacientes com COVID-19 está sendo desenhado pelo nosso time de desenvolvimento.

Ressaltamos que embora os resultados iniciais dos estudos da utilização de hidroxicloroquina (HCQ) em casos de COVID-19 tenham sido promissores, ainda não há nenhum tratamento aprovado disponível.

Não endossamos o uso de nenhum de nossos produtos fora das especificações de seus respectivos registros.

Qualquer início e interrupção de uso de medicamentos deve ser avaliado em conjunto com um profissional de saúde."


O anúncio foi realizado pelo presidente da Novartis no Brasil, Renato Garcia Carvalho, em seu perfil no Linkedin com a mensagem "Respeito e Solidariedade: todos fazendo a sua parte".

"No Brasil, anunciamos o home-office para todos aqueles que o trabalho pode ser feito remotamente e desta forma garantir o isolamento social como forma de evitar a propagação do vírus. Algumas funções precisam da presença física para dar suporte a produção, análise e entrega de medicamentos, deste trabalho depende a vida de outros pacientes que usam nossas terapias e medicamentos" escreveu em sua publicação Carvalho.

Em contato por telefone com o um membro do Conselho Administração da Novartis Oncologia, em Portugal, ele se mostrou confiante e afirmou que ainda há algumas pesquisas sendo executadas e que como escreveu Renato Garcia, a Novartis tem o respeito e a solidariedade pela população mundial. 

Por Marcelo Negreiros com informações da Assessoria Novartis