Sera resposta de Alexandre Garcia a ex colegas da Globo

Nos deparamos, no começo da semana, com mais uma divisão ideológica sem o devido respeito.

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O país continua com sua divisão odiosa e inconsequente, por conta dos que não aceitam o resultado das eleições de 2018, e se inflamam de ódio contra seus próprios irmãos.

O que ouvimos na última segunda-feira, 11, de  um áudio vazado entre dois jornalistas da Rede Globo, respinga em nossa cidade de maneira bem evidente, afinal, quantos colegas já não passaram e passam por situação semelhante?

A falta de respeito e ética é pior que o próprio coronavírus, que vem "destruindo" a categoria, que se divide entre os “contra” e os a "favor” do mal.

Quando desrespeitam a categoria, também o fazem ao ser humano, que todos somos.

Já postei várias vezes, em minhas redes sociais, “não me provoquem, porque não vou ficar inimigo de ninguém que não concorde com minhas ideias”, pois nenhum ser humano é obrigado a concordar com o pensamento alheio, nem ao contrário. Faço uso das palavras de Voltaire... “todas as grandezas do mundo não valem um bom amigo” e “posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las”.

É preciso que entendamos que vivemos em uma liberdade de imprensa, em que se permite "esculhambar" até com as autoridades máximas do país. Mas, muitas pessoas confundem a liberdade de expressão e despejam seu ódio, com toda agressividade, em cima dos que não concordam com seus delírios ou pensamentos desvairados.

No caso dos jornalistas acima citados, pareceu mais uma pontinha de inveja, do que um comentário entre colegas.




E, com elegância, a vítima, o jornalista Alexandre Garcia, respondeu com a fidalguia que deve nortear a todos nós, jornalistas. 

Confiram o comentário de Alexandre Garcia dessa terça-feira,12, e tirem, por si, suas conclusões. Ai, ao final, apenas digo: a humildade, prudência e solidariedade devem andar juntas e não nos custa, a nós jornalistas em questão, pôr em prática o que os mestres já diziam em épocas passadas! Tudo é efêmero, passageiro... menos os laços fraternos construídos ao longo da estrada!

Por Marcelo Negreiros