A política no país não muda por conta das velhas raposas, que fazem dessa tão séria  atividade cívica uma verdadeira profissão.

Quantos parlamentares conhecemos nas mais diversas atividades trabalhistas? 

A profissão “política” é mais fácil, pois não exige salas de aulas, trabalhos e outras tarefas. Basta saber iludir o povo, agradá-lo com promessas e ajudas materiais.

E na arte de iludir, famílias se especializaram nisso e continuam insistindo na prática que, algumas vezes, não são mais aceitas.

Nos últimos dias, temos visto em nossa cidade essa prática, vindo de cima pra baixo, como promessas requentadas, casas, aeroporto, reservatório de água, saúde para todos e uma infinidade de pirotecnias.

As mesmas mentiras que não foram cumpridas há anos.

Os dirigentes políticos, que passam o ano todo "intocados", de repente ressurgem e como  num toque de magia, saem Estado afora assinando papéis obras e mais obras.


Já vi, em algumas ocasiões, calhamaços de papéis assinados, com projetos em ano eleitoral que nunca tiveram andamento. E a história se repete.

O mais grave é a perseguição a funcionários contratados, tanto pelo Estado como pelo Município, obrigados a participar de “plenárias”, manifestações públicas e postagens em redes sociais, com a promessa de permanecer no emprego ou progredir nele. Coisa que já estamos acostumados a ver. Após as eleições, as inevitáveis exonerações.

Recebo, constantemente, denúncias de servidores que se dizem perseguidos pela administração, por não declararem voto no candidato da situação. 

Exonerações, transferências e corte de gratificação, como aconteceu recentemente em publicação nos sites da cidade. Quando você consulta o gestor, ele se faz de “doido” e diz que não está havendo isso, nem sabia.

Essa pressão psicológica acontece e não é de hoje. Isso  humilha, maltrata e decepciona. Se o eleitor não tomar consciência de que o maior poder é dele, tudo continuará como antes e viveremos acorrentados aos caprichos dos donos de "currais".

Vejam o que aconteceu com o  deputado estadual,  Érico Djan, que, por divergir do desejo do governador, teve sua esposa exonerada de uma função na Maternidade Dr. Peregrino Filho; outra pessoa indicada por ele em outro órgão estadual, também foi posta pra fora.

O doutor. Érico  apontou quem é o mentor de todas essas maldades, que além de impedir o crescimento da cidade atribuindo a ele as conquistas, persegue as pessoas. Em outro capítulo, apontarei as perseguições feitas por essa criatura, político insensível, que visa unicamente seu bem comum, aliado a pessoas de identidade semelhante, que não se importam com as consequências dos atos maldosos que praticam.

Por Marcelo Negreiros