Ambientalista Ernesto Galiotto fazia registro da Praia do Peró, em Cabo Frio, quando deixou cair o aparelho de janela do monomotor, mas o localizou no dia seguinte, ainda funcionando

O ambientalista e documentarista Ernesto Galiotto passou por uma experiência no mínimo incomum - seu celular despencou de mais de 300 metros de altura, filmou toda a queda e foi recuperado no dia seguinte, na areia da praia, praticamente sem avarias.


Ao sobrevoar a Praia do Peró, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, Galiotto foi surpreendido pelo vento forte e deixou cair o aparelho celular que usava para filmar o litoral. Na ocasião, o homem segurava o aparelho com apenas uma das mãos, que estava para fora da janela do monomotor e acabou sendo vítima do vento forte.

Em vídeo publicado nas redes sociais do ambientalista é possível ver o momento da queda e as imagens gravadas pelo próprio aparelho durante o trajeto que durou cerca de 15 segundos. O aparelho, um iPhone modelo 6S, foi encontrado no dia seguinte ao voo, no sábado (12/12), com apenas a película de proteção rachada, mas funcionando perfeitamente.

Celular do ambientalista Ernesto Galiotto encontrado em Praia de Cabo Frio, Rio de Janeiro.
Celular do ambientalista Ernesto Galiotto encontrado em Praia de Cabo Frio, Rio de Janeiro.(foto: Reprodução)


O ambientalista havia feito o voo para registrar o litoral da região, contemplado com a Bandeira Azul, prêmio internacional ecológico concedido a praias, marinas e embarcações de turismo que seguem uma série de critérios com foco em gestão ambiental, bem como atestado de qualidade das águas.

Foi com a ajuda do amigo Victor de Oliveira Tostes, que Galiotto acionou o sistema de rastreamento por GPS do celular. Animado, o ambientalista comemorou o momento que encontrou o aparelho, “ô turma, se vocês acreditam ou não, o celular que voou do meu avião se encontra aqui, no meio da natureza, aliás, nós somos aqueles que ajuda a defender a natureza e aí a natureza protegeu! Tá aqui garotada!”

“Primeiro eu achei que ele tivesse caído na água! Eu achava até que os peixes aqui do Peró já tivessem feito alguma coisa, mas não. Então uma conta a menos para a Bandeira Azul pagar. Vou aliviar essa”, brinca Ernesto.


Com informações do Correio Braziliense