Após a apreensão de um de seus aviões Embraer E110 Bandeirante na tarde hoje, 9 de dezembro, com cerca de uma tonelada de cocaína, a NHR Táxi Aéreo explicou sua posição sobre o ocorrido.

A empresa de Sorocaba divulgou nota no seu Instagram oficial confirmando que o avião é de sua propriedade, mas que ela não é a dona da droga apreendida pela Polícia Militar da Paraíba na cidade de Catolé do Rocha.

Segundo o Táxi Aéreo, “na data de ontem (08) foi contratada para o fretamento de caixas contendo (em tese) peças automotivas. Assim, estava apenas realizando serviço para qual foi contratada: Transportar mercadoria, que estava acondicionada em caixa lacradas, acompanhadas de duas pessoas”.


Interior da Aeronave sem bancos de passageiros

Ainda segunda a empresa, por ser apenas a prestadora de serviço, não tem qualquer relação com a droga encontrada no interior de sua aeronave e não tinha ciência alguma que transportava produtos ilícitos, sendo também uma vítima dos traficantes de droga.

Por fim, a NHR esclarece que “toda a contratação foi feita dentro da normalidade de qualquer ato comercial, não havendo qualquer motivo para associar a empresa e seus pilotos ao ilícito praticado”.


Segundo o auto de prisão, os pilotos conduzidos pela Polícia para averiguação são Lucas Manfio e Lucas Freitas, ambos funcionários da NHR. Já os acompanhantes, que seriam os contratantes ou associados a estes, foram identificados como Eliezer Alberici e Mário Dutra.

Com informações de Aeroin - colaboração de Luiz Carlos Soares