Foi votado na noite dessa terça-feira (14), o veto do Prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), ao Projeto de Lei do Vereador Marco César (PSC), que visava a divulgação nos coletes ou quaisquer outras vestimentas de mototaxistas de pontos turísticos da cidade, por meio de desenhos, gravuras, adesivos ou similares. No veto, o prefeito Nabor  alega atentado ao interesse público por aumento de despesas para o atual momento econômico que passa o país, para justificar o impedimento. 

Difícil até imaginar onde estaria embutido esse exorbitante gasto em pintar, desenhar ou adesivar que seja, uma camisa com um marco ou ponto turístico geopolítico e social de uma cidade que sofre economicamente nesse momento, exatamente, por não conseguir proporcionar meios rendas a mais para seus habitantes, uma vez que com a pandemia do Coronavírus e motivos administrativos, uma das principais ferramentas de geração de ganhos, as festas juninas com seu pujante São João deixou de ocorrer por três anos consecutivos.
O Parque religioso Cruz da Menina, o Serrote do Espinho Branco, o Museu Ernani Satyro são alguns dos locais que, ao lado do próprio São João, seriam amplamente divulgados com a propositura.

Em sua fala na tribuna virtual em Sessão remota, Marco César não escondeu sua decepção com o veto e lamentou o veto  ao que ele classificou com "um projeto simples ". A alusão de simplicidade foi dada por não gerar, na sua visão, nenhuma polêmica envolvendo o projeto.
Ao final da votação dez parlamentares votaram pela manutenção do veto ao projeto, enquanto outros seis acompanharam Marco César e tentaram derrubar a negativa desse investimento em cultura, história e, principalmente, como já descrito, na divulgação ampla de potenciais pontos turísticos da cidade de Patos. 

*Assessoria*