Enquanto no Brasil a segunda onda dá sinais de que está se esvaindo, Cuba enfrenta atualmente o pior momento da pandemia até aqui, com recorde de casos novos e mortes, além da falta de insumos básicos, como seringas. O caos dos hospitais se assemelha ao visto em Manaus no início desse ano, com a falta de oxigênio e desespero.


Por conta disso, o país caribenho tem buscado socorro na América Latina. Como resultado disso, aeronaves partem para Cuba desde vários países, com os produtos adquiridos ou doados. Um desses movimentos exóticos vistos nos aeroportos é o de um avião do modelo Ilyushin IL-76TD, que pertence à russa Abakan Air, mas está prestando serviços para a Cubana de Aviación.

A aeronave, que já tinha voado ao Brasil no final de semana passado, retorna agora para mais um voo. A ideia é que o jato venha buscar oxigênio e a programação é a seguinte:

EM 01 DE SETEMBRO – o jato decola de Havana e faz escala em Caracas, antes de partir rumo a Campinas. O pouso no interior de São Paulo está previsto para 16h10 e o número do voo é CUB-9352.

EM 02 DE SETEMBRO – o avião russo decola de Campinas às 7h da manhã rumo a Caracas e Havana. Na volta o número do voo será o CUB-9353.


Com reportagem de Carlos Ferreira para Aeroin